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Transporte pneumático
D2. Cotovelo esférico

Os cotovelos convencionais proporcionam uma grande flexibilidade para as linhas de transporte pneumático mas também são a causa de dois problemas principais: desgaste por erosão e degradação do material. Se o material transportado for muito abrassivo, como é o caso do cimento, um cotovelo convencional pode falhar em poucas horas.

Os Cotovelos Esféricos INGESOA® contribuem para reduzir a erosão e a degradação das partículas devido à expansão do ar para uma seção maior. Essa expansão reduza velocidade do ar e como conseqüência a velocidade de impacto contra a parede do cotovelo. O regime turbulento dentro dos cotovelos esféricos é tão importante que inclusive se a velocidade descera por debaixo do valor mínimo de transporte de material, a linha de transporte não resulta barrada.

Devido a este impacto das partículas contra as paredes do cotovelo e ao regime turbulento, acontece uma perda de pressão nos mesmos. As partículas que fugem do cotovelo o fazem com uma velocidade inferior à da entrada, pelo qual não precisam de serem re-aceleradas

A maior parte da perda de pressão é devida a issa re-aceleração até atingir a velocidade terminal de transporte e se produz no treto reto do tubo que segue ao cotovelo. É por isso que os Cotovelos Esféricos INGESOA® levam o treto de saída reforçado com betão a fim de evitar um desgaste excessivo.

 
 
D1. Válvula dois sentidos
D2. Cotovelo esférico
 

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